HISTÓRIA

De Bordéus a Montreal: o salto no vazio

Se alguém tivesse me dito há alguns anos que eu criaria minha própria Maison de joias a milhares de quilômetros de casa, provavelmente eu não teria acreditado. E no entanto, aqui estou.

Tudo começou com uma necessidade de me mover, de ver outras coisas, de provar a mim mesma que era capaz. Em 2025, fiz as malas para Montreal. Deixar minha família, meus amigos e meus pequenos hábitos era aterrorizante. Eu partia sem rede de segurança, longe de tudo que conhecia.

Mas foi precisamente nesse momento de vulnerabilidade que a ideia da Maison Soleyah nasceu. Quando recomeçamos do zero, nos perguntamos o que realmente importa. Para mim, era a criação.

Aprender fazendo (e errando)

Vou ser 100% honesta com vocês: quando lancei este projeto, eu não sabia absolutamente para onde estava indo. Empreendedorismo? Uma palavra complexa para uma realidade feita de muitas perguntas e algumas noites em claro.

Eu não sabia construir um site (obrigada aos tutoriais e à perseverança), e minhas habilidades técnicas em joias se limitavam às pulseiras brasileiras e às tranças de miçangas que eu fazia há anos.

Mas eu tinha esse desejo visceral de construir algo sólido. Então aprendi. Busquei os melhores materiais, testei dezenas de amostras, montei, desmontei, recomecei. O orgulho que sentia quando finalmente conseguia criar uma peça é essa mesma exigência que guia hoje cada decisão da Maison. Não quero apenas vender uma joia, quero oferecer a vocês essa dose de confiança que precisei buscar no fundo de mim para lançar esta marca.

Por que o Sol?

O sol, para mim, é a energia vital. É a primeira coisa que busco com o olhar assim que abro os olhos pela manhã. Sem luz, nada começa.

É esse calor e esse brilho que quero colocar em cada encomenda que preparo. Quero que, ao abrir a sua caixa Maison Soleyah, você sinta aquele pequeno impulso de alegria, essa sensação de que um lindo dia está começando. Todas nós precisamos desse pequeno sinal luminoso sobre nós, especialmente nos dias em que o ânimo está um pouco mais baixo.

A vida é curta demais para esperar

Se há uma coisa que essa aventura me ensinou, é que a vida é curta. Curta demais para ter arrependimentos.

Maison Soleyah é o meu grito do coração para dizer a vocês: Ousem. Lancem-se naquele projeto que fica rodando na sua cabeça, mudem de ideia se não estiver mais fazendo sentido, recomecem se for preciso, perseverem quando estiver difícil, mas acima de tudo, façam o que as torna profundamente felizes. Não estamos aqui para seguir um caminho já traçado, estamos aqui para construir o nosso.

Se você escolheu estar aqui, não é por acaso.

Talvez você também sinta que é hora de traçar seu próprio caminho.

Maison Soleyah é para você, para cada dia, e para sempre.

Bem-vinda à Maison.

Léana